Descobri Seixas, uma aldeia que nasceu já sem memória, documenta-se 1000 anos, mais castrejos, e gente do paleolítico. Margem privilegiada onde se fundem os rios Minho e Coura, com o Atlântico.
Das grandes propriedades às habitações modernas, do tecido rural à esperança na Imigração, da passagem do combóio ao Sec. XX. como momentos determinantes que alteraram esta morfologia vipera.
No mesmo tempo, descobri o que não me tinha dito, nem o que se pode saber por aí. Fiquei certo que Seixas está escondida diluída num esplendor de tão bela, um amor cobiçado com Palácios abandonados enquanto o verdadeiro património finge não existir.
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